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quinta-feira, janeiro 2

Posted by Joao Duppato in , | janeiro 02, 2014

Muitos estão falando que o 13° salario não existe e que foi criado apenas para tapar buraco. Fazendo os cálculos e chegando ao um resultado é assustador o que se obtêm entenda:
se você ganha uma salario de R$700 por mês e multiplicando esse valor pela quantidade de messes no ano temos o valor de R$ 8400 Reais mais o 13º terceiro salario ficará R$9100.
E se você trabalhasse por semana? 
Se um mês é de 4 semanas então, 700/4=175.
E 175 x 52=9100  que já é o valor do 13° incluído!
 Esse é o calculo que estão fazendo para provar que o 13° não existe, vendo tudo isso você tem um pontada no coração e sente que esta sendo roubado pelo governo, o que novidade. Vamos fazer novamente esses cálculos:
Um ano tem 365 dias sendo que tem mês que tem 31,30 e 28 dias tirando a média que quantas semanas têm um mês fica assim: Iremos dividir semanas pela quantidade de mês no ano o valor a se obter é a média de semanas por mês.
52/12=4,3333...
ou seja, cada mês vai ter 4,33 semanas e não 4 semanas.
Então, 700/4, 33=161,66 e não 175. 
Calculando 161,66 x 52=8406,32 mais o 13º que dizem que não existe fica R$ 9106,32 essa diferença de 6,32 vai depender que quantas casas decimais depois da vírgula o programa usa. OBS: use uma calculadora cientifica original a que eu estou usando é de Afonçú Kúnha e esta quase sem bateria

quarta-feira, agosto 17

Posted by Joao Duppato in , , | agosto 17, 2011
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domingo, maio 22

Posted by Joao Duppato in | maio 22, 2011

SÃO PAULO - Os brasileiros já sentem no seu dia a dia as "dores" do crescimento do País. Atividades cotidianas - pegar um táxi, comer num restaurante, conseguir um quarto de hotel, viajar de avião - tornaram-se verdadeiros desafios, principalmente nos grandes centros. A sensação das pessoas é que o Brasil está "caro" e "lotado".

A situação é um reflexo do avanço da economia e do mais baixo nível de desemprego dos últimos 20 anos. Desde 2003, o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresce, em média, 4% ao ano. A demanda por serviços superou a oferta e a consequência foi a superlotação e a alta dos preços. "O ritmo atual de crescimento é insustentável", diz Fábio Ramos, economista da Quest Investimentos.
Nos últimos 12 meses, comer fora de casa ficou 12,7% mais caro, estacionar o carro subiu 10,9%, a mensalidade da escola das crianças aumentou 9,1%, o aluguel subiu 9,9% e a consulta do médico pesa 10,4% mais no orçamento, revela cálculo da Quest. Boa parte dos reajustes é o dobro da inflação do período medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que já subiu salgados 6,5%.
As pessoas que viajam com frequência percebem com mais intensidade os problemas. O "calvário" começa com as filas intermináveis nos aeroportos e os atrasos dos voos, mas está longe de terminar ao chegar ao destino. Dependendo do horário, conseguir um táxi e um quarto de hotel são proezas.
Na cidade de São Paulo, existem 35 mil táxis em circulação, a terceira maior frota municipal do mundo. No entanto, nenhuma nova licença foi concedida nos últimos seis anos, período de forte crescimento da demanda. Os preços da corrida estão entre os mais altos do Brasil e são o triplo de Buenos Aires.
O mercado está tão aquecido que permitiu um reajuste de 16% na tarifa de táxis da cidade em novembro, sem nenhum impacto na demanda. Os taxistas culpam o trânsito pela falta de veículos. "São Paulo tem muito táxi e não comporta mais. É o trânsito que segura os motoristas", diz Natalício Bezerra da Silva, presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo.

Hotel
Vencida a etapa do transporte, é preciso conseguir acomodação no hotel. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), a taxa de ocupação em São Paulo está em pouco mais de 70%, um nível considerado "confortável" pelo setor. A avaliação da entidade é que os gargalos se concentram no Rio e em Recife, onde a ocupação superou 80%. "Nos últimos anos, 30 milhões de brasileiros entraram no mercado. Se dermos conta da demanda interna, estaremos prontos para a Copa e a Olimpíada", disse Enrico Fermi, presidente da Abih. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.          


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